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Archive for the ‘textos’ Category

Fomos ao teatro

O CORCUNDA DE NOTRE DAME

Num certo dia, umas senhoras ao sair da missa, encontraram um bebé abandonado, mas nada fizeram. Um juiz que morava ali perto, encontrou,-o e levou-o para casa.

Passado uns anos, o bebé já era grande e era corcunda. Ele chamava-se Quasímodo.

O juiz não gostava de ciganos, e por isso, não deixava o corcunda sair de casa, mas o corcunda tinha-se apaixonado por uma cigana chamada Esmeralda.

Quasímodo, conhecera Esmeralda numa festa de mascarados, mas ela, gostava do capitão Phoebus (chefe da guarda).

Esmeralda tinha uma cabra chamada Djali que parecia uma pessoa, porque sabia fazer tudo, até mesmo falar, e falavam as duas.

O juiz, pensava que Esmeralda era bruxa, e mandou condena-la à morte na fogueira.

Capitão Phoebus e Quasímodo que conversavam, ouviram a conversa e foram avisar os ciganos, mas quando lá chegaram, Esmeralda não estava lá. Então eles disseram aos amigos dela, mas eles não acreditaram, e prenderam-nos.

A cabra Djali salvou-os, e quando Esmeralda já estava na fogueira, pronta para ser queimada, eles chegaram e salvaram-na.

O capitão Phoebus casou com Esmeralda, e viveram felizes para sempre.

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Já lemos até ao 8º capítulo. Na última aula decidimos fazer um resumo deImagem do livro tudo o que já tinha acontecido na história.

Fica aqui um dos trabalhos.

O João e a Ana conheceram o Orlando e visitaram o castelo dele. O castelo era grande, e quando foram ver a cave encontraram uma máquina do tempo.

O João queria ir ao Futuro, mas o Orlando não tinha autorização e combinaram ir ao século XII ver o conde Argemiro. O conde Argemiro era quem mandava no castelo no século XII. Agora quem manda lá é o Orlando.

A Ana, o João e o Orlando entraram para a máquina, e o Orlando foi pedir autorização aos outros cientistas para viajar com os dois irmãos. Na máquina, havia umas pequenas televisões onde as caras de todos os cientistas apareciam. Os cientistas eram todos de outros países, mas para o Orlando perceber o que dizem, a máquina, traduzia a língua deles para português. Quando os cientistas deram autorização, o Orlando disse:

-“Viajar no tempo é a nossa missão”.

O João e a Ana ficaram contentes e sentaram-se. O Orlando disse para eles porem o cinto porque se não pusessem, podiam transformar-se em pó. O Orlando ligou a máquina partiram para o século XII, estacionaram a máquina e o Orlando pôs a máquina invisível.

Eles foram ao castelo do conde Argemiro, e eles estavam a preparar-se para uma caçada.

O conde Argemiro caçou um javali, e o João como não conseguia ver o javali gritou. As tropas do conde Argemiro foram atrás deles, e o João assustou-se porque não sabia onde estava o Orlando.

O João e a Ana conseguiram despistar o conde Argemiro mas andaram tanto, que foram parar a uma aldeia. O João encontrou o Orlando, mas não sabia onde estava a Ana.

O João e o Orlando foram procurar a Ana, e encontraram-na desmaiada no chão ao pé dumas crianças, o Orlando molhou-lhe a cara e ela acordou.

De repente, apareceu uma senhora e um senhor, que eram os pais das crianças e ofereceram-lhes comida. Depois quando os três estavam na casa deles, viram um menino que era diferente dos outros. O Orlando viu que o menino tinha o freio da lingua maior do que os outros, e por isso não conseguia falar.

O Orlando ofereceu-se para ir trabalhar, numa capela, nas terras mais afastadas, para depois fugir.

O Orlando levou o menino e mandou o João ir fazer amigos. Depois o Orlando cortou-lhe o freio, a sangue frio, deixou lá o menino, e foi-se embora de carroça para fugir das terras do conde Argemiro.

Quando chegaram à capela, o João, o Orlando e a Ana, esperaram que os outros trabalhadores adormecessem.

Quando todos estavam a dormir, eles fugiram para a floresta e foram procurar abrigo. Ouviram um barulho e pensaram que era um animal feroz. A Ana e o João começaram a correr, e a Ana tropeçou, caiu e estava lá um animal que a ia atacar, mas apareceram uns caçadores que caçaram o animal e salvaram a Ana.

Os caçadores ofereceram-lhes de comer e beber e deixaram-nos ficar no abrigo deles a dormir.

Rita Cordeiro

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O André voltou em grande!!

O André já sabe ler, e até já escreve pequenos textos, adaptados….

O Pirata Careca

Era uma  vez  um   pirata careca que vivia num barco e gostava  de ter uma cabeleira grande.

O pirata tinha  um olho de vidro, uma perna de pau e cara de mau.

Um dia o pirata  viu  o amigo  marujo  que lhe ensinou  uma   receita para ter muito  cabelo.

O pirata foi à feira, comprou  peras , amoras  e bebeu o sumo, mas quando se viu  ao espelho  tinha  uma   palmeira na  cabeça.

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Lembram-se do Argemiro??…

No último capítulo que lemos o João e a Ana estavam metidos numa grande alhada… Estavam no século XII, tinham perdido o Orlando e estavam a ser perseguidos pelo conde Argemiro e pelos outros caçadores.

Os alunos inventaram uma possível continuação para a história…

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Eles iam a galopar, de repente ouviram o barulho de cães muito perto e começaram a galopar mais depressa. Passado algum tempo não ouviram nada e pensaram que os tinham despistado. Mas era uma armadilha bem montada, primeiro apareceram os cães raivosos, depois os caçadores e logo de seguida o temido conde Argemiro. Foi uma bela armadilha, os caçadores encurralaram-nos.

O conde Argemiro começou a ameaçá-los e a dizer que os prendia na masmorra e ele estava a falar verdade!! Quando chegaram à masmorra com um empurrão bem forte atirou-os lá para dentro e prendeu-os. Como naquele tempo não havia corda eles ficaram à solta na masmorra, mas era impossível sair…

Foi então que o Orlando olhou para o tecto, fechou os olhos e pensou que estavam perdidos,… mas depois  teve a sensação que estava ali alguma coisa e voltando  a abrir os olhos  descobriu três telhas soltas.

Orlando foi logo acordar a Ana que estava a dormir ferrada, e o João que estava a pensar do outro lado da masmorra.

– Venham vamos sair deste sitio – disse o Orlando.

Eles correram o mais rápido possível e chegaram à máquina do tempo que estava escondida na adega do conde Argemiro, invisível.

E lá foram eles para casa da avó todos contentes por estarem a salvo do conde Argemiro.

Diogo Carvalha

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Conhecem o Argemiro???

Andamos a ler o livro  “Uma viagem ao tempo dos castelos”.

No último capítulo que lemos o Orlando falava do Argemiro, descrevia-o tão bem que conseguimos fazer o seu retrato…

Depois imaginámos que, tal como a Ana e o João, também íamos na máquina do tempo ao século XII.

Aguardem pela nossa aventura…

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O Segredo do Rio

Este período temos estado a trabalhar o segredo do rio. Temos lido o livro e feito fichas de leitura.

Esta semana descobrimos que o peixe que entra na história é uma carpa. Ficámos curiosos e decidimos fazer-lhe um bilhete de identidade.

Depois fizemos um mapa de conceitos com todas as informações que recolhemos sobre este peixe tão interessante.

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Hora do Conto III

Recebemos mas uma vez a visita da Dra. Eduarda. Desta vez veio contar-nos uma história que fala sobre o sedentarismo infantil e sobre a falta de bons hábitos alimentares nas crianças.

Muito obrigada.

O Pedro o menino fraco

Era uma vez um menino que andava triste, os pais foram a vários médicos, mas ninguém conseguia curá-lo.

Um dia o pai ouviu falar de um médico que tinha tratado alguns meninos que também eram tristes. O tal médico aconselhou o pai do Pedro a levá-lo para casa de uns amigos seus que viviam na aldeia, e que também eram médicos.

Ao jantar puseram na mesa sopa e fruta, e o Pedro não quis comer e foi para a cama sem jantar. No dia seguinte às sete horas acordaram-no para tomar o pequeno almoço, papas de aveia, como tinha fome comeu tudo.

Foi brincar no campo e encontrou um menino que levava lenha para garagem. Começaram a conversar e o outro ficou admirado do Pedro não ajudar nos trabalhos porque tinha quem lhe fizesse tudo.

A partir desse dia, brincou muito, fizeram corridas e aprendeu a fazer alguns trabalhos e a comer tudo.

O pai quando foi buscar o Pedro ficou muito contente pois ele estava alegre e forte.


Alexandre Silva

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